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Para Ronaldo Fonseca, o maior legado que o líder de um país deve deixar é a defesa do cidadão

Da redação do conectadoaopoder.com.br

Fonseca lembrou, ainda, de atitudes de Michel Temer

O Brasil é um país que já passou por dois impeachments, sendo considerado o resultado de vergonha acumulada pelo país, por mais que, no governo de Dilma Rousseff e no governo de Fernando Collor de Mello, ocorreram pontos diferentes para o processo de impedimento.

Um ponto válido para citar é a questão econômica, que, na gestão de Collor, houve o confisco da poupança, ato esse que se mostrou ineficaz, já que a inflação continuou a subir. Por outro lado, Dilma não tomou nenhum ato que tenha chocado os brasileiros da mesma forma que o confisco da poupança por Collor, mas isso não significa que foi tudo ótimo, até porque muitas críticas foram feitas, como por exemplo quando a mesma manteve as taxas de juros artificialmente baixas. De todo modo, o país se torna menosprezado quando situações desse tipo acontecem.

Entrevistado pelo programa Conectado ao Poder, o pastor e ex-deputado federal Ronaldo Fonseca mostrou sua visão acerca das atitudes de políticos no Brasil. O político brasileiro depois que passa o mandato, muito das suas atitudes e das suas ações elas desaparecem”, disse.

No entanto, o mandato passa, mas as ações realizadas durante o período de gestão ficam. Com isso, Fonseca lembrou de atitudes de Temer. “Fica um legado e uma das coisas que eu falo do presidente Temer é nesse sentido, ele saiu da presidência como um dos presidentes menos bem avaliado.

Por que ele não pensou em reeleição, não pensou em voltar, ele quis tomar decisões até impopulares que era necessário”, pontua.

Para o pastor, tem uma via que se torna o maior legado. “O maior legado que possa deixar é a defesa do cidadão, é a oferta de uma defesa social para o cidadão, segurança para o cidadão, porque um político ele não pode se eleger dentro do sistema que nós temos hoje dentro do Brasil, pensando nele. Infelizmente a maioria não tem esse critério, o mandato é mais importante para ele do que para o povo e as pessoas”, relata.